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Taxa Selic caiu: onde investir agora?

Imagem mostra investidor pensando onde investir agora que a taxa Selic caiu

Se você tem acompanhado as notícias econômicas, deve ter percebido que a taxa Selic caiu. Na última reunião do Copom, a taxa básica de juros sofreu um corte de 0,75% e ficou em 2,25% anuais.

Esse é o menor valor da história da Taxa Selic. Por um lado, o ajuste deve ajudar a aumentar a intenção de consumo da população, especialmente em bens duráveis (como imóveis ou carros).

Por outro, é fato que a redução na Selic diminui os benefícios de investir na Renda Fixa. Afinal, com uma estimativa de inflação de 1,72%, investir no Tesouro Selic ou em CDBs lastreados no CDI tem ganho real projetado de menos de 0,5%.

Assim, agora que a taxa Selic caiu de novo, onde você deve investir? Quais são as melhores opções para manter o seu patrimônio em alta? Veremos a seguir!

Por que a Taxa Selic caiu?

A taxa Selic é a taxa de juros básica da nossa economia. Por causa disso, ela tem uma importância vital dentro da agenda macroeconômica do país. Afinal, sua oscilação ajuda a controlar ou diminuir a demanda de consumo do país, o que se traduz na inflação, taxa de desemprego e até na cotação do dólar.

Isso acontece por causa de um efeito cascata que é desbloqueado sempre que a Selic oscila para mais ou para menos.

Vamos dar um exemplo prático analisando como a alteração da taxa foi usada nos últimos anos.

Você provavelmente se lembra que, no fim de 2015 e começo de 2016, a inflação atingiu a marca de 10% e chegou a quase 11% anuais no país. Isso significou, em termos básicos, que o poder de compra do brasileiro diminuiu em 10% por ano no período.

Uma das razões disso era o fato que havia maior demanda do que oferta de produtos. Como o preço é determinado pela oferta e demanda, o preço subiu (gerando inflação).

Para controlar isso, o Copom aumentou a taxa Selic para níveis altíssimos. No fim de 2015 e começo de 2016, a taxa chegou a 14,25%. Não é o maior nível da história (ela já chegou a valores bem mais altos), mas foi o maior índice dos últimos anos.

Com isso, o crédito começou a ficar mais caro na praça. Ficou mais difícil fazer financiamentos ou usar o cartão de crédito. Portanto, o consumo diminuiu e a inflação ficou sob controle. Aos poucos, a Selic foi diminuindo para refletir esse cenário.

Agora, a taxa Selic caiu para seus valores mínimos na história pois o movimento é o inverso. Como as pessoas estão comprando pouco, em grande parte decorrente da crise do novo coronavírus, há a necessidade de estimular a demanda.

A ideia é que os juros baratos incentivem as pessoas a buscar crédito para compras e financiamentos. Isso geraria um aumento da produção, o que levaria a novos empregos e uma cascata positiva na economia.

No entanto, é fato que a taxa Selic nesses níveis não estimula o investimento em opções de Renda Fixa, como CDB, Tesouro Direto, LCI, LCA e outras.

Vale a pena investir na Bolsa nesse cenário?

Com a Renda Fixa em baixa, a primeira reação de muitos investidores é de ir em direção à Bolsa de Valores. Não é à toa que a Bolsa registra número recorde de investidores no momento (são mais de 2,24 milhões).

No entanto, a Bolsa apresenta alguns riscos inerentes da renda variável. O primeiro deles é o mais óbvio: não há garantia de retorno ou de proteção do patrimônio.

Basta ver que o mês de março de 2020, um dos piores da história das bolsas de valores no mundo todo, registrou uma queda de 30%, praticamente anulando todos os ganhos de 2019 inteiro.

É fato que, de lá para cá, a Bolsa começou a se recuperar, mas com um índice de volatilidade muito alto. Além disso, sem o apoio profissional, é muito difícil conseguir navegar bem nesse cenário, ou seja: quem quer uma opção de investimento segura para proteger seu patrimônio não pode confiar na Bolsa para isso.

Onde investir então?

Se não dá para confiar seu patrimônio na Bolsa, e a Renda Fixa está com um rendimento baixíssimo, qual é a sua opção de investimento? A resposta está justamente na razão pela qual a Taxa Selic caiu: o crédito.

Pois é! Lembra que dissemos que a Taxa Selic caiu para poder estimular o financiamento imobiliário e automotivo e o consumo via crédito? Pois bem: comprar imóveis é a melhor opção de investimento em 2020.

Além dos juros estarem baixos, o investimento em imóveis é muito mais seguro do que a aplicação na Bolsa. E o retorno é excelente!

Segundo o Índice FipeZap, responsável por medir a valorização de imóveis no Brasil, o preço de venda dos imóveis aumentou 208,94% entre janeiro de 2008 e novembro de 2019, ou seja: em 11 anos, o ganho foi de 208,94%. Para se ter ideia do que isso significa, confira uma comparação com os valores de alguns indexadores e benchmarks do mercado:

  • IPCA: 93,72% no período;
  • Ibovespa: 88,77% no período;
  • CDI: 212,01% no período.

A valorização do imóvel bateu todos os índices nesse período e praticamente empatou com o CDI (que é atrelado à Selic). Como a Selic está em queda, a previsão é que a valorização de imóveis siga o ritmo e abra distância a partir de agora.

Especialmente porque a expectativa é que o mercado se aqueça agora, já que o financiamento imobiliário ficará mais barato.

Esse é o melhor momento possível para comprar imóveis e lucrar com a valorização. Não há melhor lugar para investir seu dinheiro que não seja na aquisição de casas ou apartamentos.

Isso sem falar no fato de que o investimento em imóveis gera renda recorrente com a possibilidade de alugar e coletar uma quantia mensal.

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