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Pandemia: Devo esperar para comprar um imóvel?

Pandemia: Essa é uma boa hora para você comprar a casa própria?

Seja o sonho da casa própria, o desejo de morar em um bairro específico, a conquista da independência financeira, a família que está crescendo ou a possibilidade de residir perto do trabalho, tudo isso leva milhares de brasileiros todos os anos a se planejarem para comprar um imóvel. No entanto, a crise econômica causada pela pandemia do novo coronavírus fez com que muitas pessoas tivessem receio de dar esse passo tão importante na vida.

Os motivos são vários. Entre eles, podemos citar a instabilidade econômica do Brasil e o medo da alta dos preços dos imóveis. 

Porém, a realidade é diferente. Por isso, relacionamos três boas razões pelas quais esse pode ser um bom momento para comprar um imóvel. Acompanhe a leitura desse artigo!

 

Bom período para investimento

Com a taxa Selic em 2% ao ano, o menor valor de sua história do Brasil, os investimentos em imóveis nunca foram tão atrativos. Além da facilidade de financiamento imobiliário, a valorização dos imóveis garante um bom retorno financeiro, em média, superior aos investimentos em renda fixa.

Após a queda da Selic, diversos investidores perceberam a necessidade de buscarem novas opções de investimentos. Isso os levou a retirarem os seus recursos da renda fixa, como CDB (Certificado de Depósito Bancário) e títulos públicos, e migrarem para outras modalidades mais lucrativas.

A Bolsa de Valores, que é uma opção mais rentável, envolve mais riscos por causa da instabilidade do mercado de capitais. Por sua vez, os imóveis são investimentos que oferecem mais segurança, no sentido de manterem mais estabilidade no seu valor.

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Os dados sobre financiamento imobiliário confirmam as informações. Apenas no primeiro semestre de 2020, as aquisições de imóveis com recursos da poupança cresceram aproximadamente 30%, enquanto o número de financiamentos imobiliários concedidos pela Caixa Econômica Federal aumentou mais de 20%.

 

Juros baixos

A redução de juros foi justamente um dos principais fatores para o impulsionamento do mercado imobiliário durante a pandemia. De acordo com os dados do Boletim de Conjuntura do Sindicato da Habitação do Distrito Federal (Secovi/DF), foi registrada uma evolução de 40,5% no valor de financiamentos imobiliários apenas nos sete primeiros meses de 2020 em relação ao mesmo período do ano anterior.

Mas esse cenário positivo não se limita apenas ao Distrito Federal. No balanço mensal da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), foi registrado um aumento de 58% nas vendas de novas unidades habitacionais em julho, em comparação ao mesmo período no ano passado. No total, foram comercializadas 13.023 unidades no Brasil, sendo o melhor resultado mensal do indicador desde maio de 2014.

 

Facilidade de financiamento

Outro fator que favoreceu o mercado imobiliário, mesmo durante a pandemia de Covid-19, foi a facilitação do acesso ao crédito por meio do financiamento de imóveis.

Isso foi possível graças a uma medida da Caixa Econômica Federal, que substituiu a pausa no pagamento do financiamento por liquidações parciais. Nesse sentido, os clientes poderão pagar 50% das prestações por três meses, ou de 50% a 75% do valor mensal por até seis meses. Esses percentuais dependerão do perfil de cada cliente.

É importante esclarecer que essas liquidações parciais não são um desconto. Ou seja, os valores que não forem pagos agora deverão ser liquidados até o final do prazo do contrato.

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Como resultado da ação, a Caixa espera conceder mais R$ 14 bilhões em crédito imobiliário até o final do ano por meio  de recursos aportados na poupança.

 

Conclusão: É uma boa hora para comprar um imóvel?

Apesar da instabilidade da economia brasileira, a menor taxa Selic da história e a facilidade de conseguir um financiamento imobiliário já constituem, por si só, excelentes vantagens para quem planejava realizar a compra do primeiro ou do novo imóvel.

Além disso, a compra de um imóvel representa uma decisão segura no que se refere ao potencial de valorização do investimento.

Para facilitar a entrada e a amortização das parcelas, você também pode utilizar o seu Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Uma das opções para a utilização é a quitação do saldo devedor, seja de forma parcial ou total, ou até mesmo as parcelas atrasadas. Porém, não será possível retirar os juros do financiamento que estavam definidos no contrato. Nesse caso, ou você antecipa ou quita o montante principal da dívida, acrescido dos juros e dos encargos contratuais.

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